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qualquer coisa em forma de coisa nenhuma, XII

por ser verdade é que surge, e só surge porque é verdade. cântico, que corta a noite da manhã, dois tomos iguais para que não haja mais continentes solitários dentro de mim.
e essa certeza era tão notória como o chão era Beethoven, um puro reflexo do céu que se entornava, água, sobre a terra seca. Não, não era preciso mais caos. Tudo chegava para onde era preciso estar. E claro que havia música porque havia sede nos ouvidos, e é por isso que eles têm grutas, fundas, mais longe que o próprio ponto de interrogação do corpo.
por ser verdade é que a música rasgou os passos. e por isso é que os meus pés ainda doem de nuvens altas.

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